Resumo
A educação contemporânea é fruto da sociedade de cultura da convergência. A cultura de convergência exige de seus sujeitos uma aprendizagem em rede, a qual deve ser intermediada entre o espaço físico da sala de aula e o dos ambientes digitais. A adoção das plataformas virtuais e do ensino híbrido como metodologias ativas (Moran; Bacich, 2018) protagoniza o aluno como indivíduo participativo e libertário. O estudo enviesa-se pelos preceitos teóricos da escola construtivista (Piaget, 2010; Freitag, 1993), da pedagogia do engajamento (Smith et al., 2005) e dos ecossistemas digitais (Moreira, 2018) para se pensar na prática docente a partir da criatividade, do pensamento crítico e da capacidade de estabelecer e propor situações-problema (Trindade; Moreira, 2017; WEF, 2015). O objetivo é debater estes métodos inovadores na universidade hoje para mediar e aproximar distâncias da pedagogia não tradicional através do webcurrículo com a abertura de novas perspectivas e cenários de aprendizado (Almeida, 2014). Fundamentado no princípio metodológico da pesquisa bibliográfica e qualitativa e do método dedutivo (Triviños, 1987), foi possível alvidrar esta relação entre os modelos pedagógicos e os ambientes virtuais. O professor e o aluno são agentes transformadores desta ação ao buscar o saber, despertando o sentimento de pertença cultural, inferido pelo mundo digital (Bustamante, 2010).
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