Nhemongueta y trabajo colectivo
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Palabras clave

educação escolar indígena; garani Mbya; território.

Cómo citar

MENDONÇA , Maria Martinha Barbosa; MOREL, Ana Paula Massadar; PALADINO, Mariana. Nhemongueta y trabajo colectivo. Série-Estudos, Campo Grande, v. 32, n. 72, 2026. DOI: 10.20435/serie-estudos.v32i72.2211. Disponível em: https://serie-estudos.ucdb.br/serie-estudos/article/view/2211. Acesso em: 16 sep. 2026.

Resumen

Este artículo analiza Nhemongueta (un espacio para el diálogo, la escucha y la toma de decisiones colectivas) y Mba’eapo/Nhembiapo (minga/trabajo colectivo) como procesos pedagógicos y organizativos que desafían y redefinen la gestión, el currículo y los significados de la escolarización en la Escuela Municipal Indígena Guaraní Para Poty Nhe’ẽ Ja, ubicada en la comunidad Ka’aguy Hovy Porã, en Maricá (RJ). Escrito por una confluencia de mujeres indígenas y no indígenas, el texto se basa en una metodología construida sobre la interconexión de la investigación participativa, la extensión universitaria y la experiencia cotidiana en el territorio. Inicialmente, presentamos la trayectoria de la recuperación territorial conducida por la líderesa espiritual Para Poty y los procesos de guaranización de la escuela, marcados por disputas en torno al idioma, la espiritualidad, la gestión escolar y la permanencia de niños y jóvenes en el territorio. A continuación, analizamos cómo Nhemongueta y el trabajo colectivo (minga) se incorporaron a la vida escolar cotidiana como metodologías de enseñanza y aprendizaje propias, reorganizando tiempos, espacios y relaciones pedagógicas. Sostenemos que estas prácticas expresan pedagogías territoriales en las que pensar, hacer, rezar, cuidar y aprender son inseparables. Al transformar y desafiar la escuela mediante el diálogo con Nhandereko, el territorio y la tierra emergen como agentes pedagógicos.

https://doi.org/10.20435/serie-estudos.v32i72.2211
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