Resumen
El presente artículo se centra en la vivencia académica indígena, tomando como referencia un estudio de caso realizado en la Universidad del Estado de Bahía (UNEB), con estudiantes matriculados entre los años 2015 y 2020. Dicho estudio forma parte de una investigación doctoral desarrollada en la Universidad Federal de Bahía (UFBA), en el marco de un programa multidisciplinario. El objetivo principal del artículo es presentar el estudio de caso realizado; de manera secundaria, se busca analizar las dificultades específicas señaladas por los participantes indígenas de la investigación en relación con su permanencia en la institución de educación superior. La metodología adoptada es de enfoque cualitativo, con la descripción de las etapas del estudio mencionado y la presentación de los principales datos producidos, además de una caracterización sucinta de las etnias identificadas a lo largo de la investigación. Los resultados evidencian una diversidad significativa de pueblos indígenas en la universidad estatal multicampus de Bahía, que conforman el estudiantado de grado. No obstante, se identifican dificultades relacionadas con aspectos financieros, tecnológicos y de inserción social en el ámbito universitario.
Citas
ALAGOAS. Katokinn. Secretaria de Estado da Cultura, Maceió, 2022. Disponível em: https://www.cultura.al.gov.br/politicas-e-acoes/mapeamento-cultural/cultura-indigena/comunidades-indigenas-em-alagoas/katokinn. Acesso em: 7 jun. 2026.
ATLAS. Atlas das terras indígenas do Nordeste. Rio de Janeiro: Museu Nacional/Peti, 1993.
BOAVENTURA, Edivaldo Machado. A construção da universidade baiana: objetivos, missões e afrodescendência. Salvador: Edufba, 2009. Disponível em: https://cienciasbahia.org.br/imagens/pdf/67560789687.pdf. Acesso em: 28 abr. 2026.
BOAVENTURA, Edivaldo Machado. A universidade multicampi. Rio de Janeiro: Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, 1978.
BOMFIM, Anari Braz. Patxohã, "Língua de Guerreiro": um estudo sobre o processo de retomada da língua pataxó. 2012. Dissertação (Mestrado em Estudos Étnicos e Africanos) – Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, 2012.
BOURDIEU, Pierre. A miséria do mundo. 4. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2001.
BOURDIEU, Pierre; CHAMPAGNE, Patrick. Les exclus de l’intérieur. Actes de la recherche em sciences sociales. Politiques, Paris, v. 91-92, p. 71-75, mar. 1992. Disponível em: https://www.persee.fr/doc/arss_0335-5322_1992_num_91_1_3008. Acesso em: 22 abr. 2026.
BRASILEIRO, Sheila. Kantaruré. Povos Indígenas no Brasil, [S. l.], ISA. 2003. Disponível em: https://pib.socioambiental.org/pt/P%C3%A1gina_principal. Acesso em: 7 jun. 2026.
BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Resumo técnico do Censo da Educação Superior 2022. Brasília, DF: INEP, 2024. [recurso eletrônico].
CARNEIRO, Lucianne; SARAIVA, Alessandra. IBGE: mulheres têm mais acesso ao ensino superior, mas ainda são minoria em áreas como engenharia e TI. Valor Econômico, Rio de Janeiro, 2021. Disponível em: https://valor.globo.com/brasil/noticia/2021/03/04/ibge-mulheres-tem-mais-acesso-ao-ensino-superior-mas-ainda-sao-minoria-em-areas-como-engenharia-e-ti.ghtml. Acesso em: 19 jun. 2026.
CARVALHO, Maria Rosário; MIRANDA. Sarah. Pataxó. Povos indígenas no Brasil, [S. l.], 2013.
DANTAS, Beatriz G.; SAMPAIO, José Augusto L.; CARVALHO, Maria do Rosário G. de. Os povos indígenas no Nordeste brasileiro: um esboço histórico. In: CUNHA, Manuela Carneiro da (Org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. p. 431-456.
FELIX, José Carlos; SALVADORI, Juliana Cristina. “Universidade e diversidade: desafios da multicampia. UNEB DCH IV como estudo de caso”. Literatura: teoria, história, crítica, Bogotá, v. 20, n. 2, p. 103-129, 2018.
FIALHO, Nadia Hage. Universidade multicampi. Campinas: Autores Associados, 2005.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
GRÜNEWALD, Rodrigo de Azeredo. Atikum. Povos Indígenas no Brasil, [S. l.], 1998. Disponível em: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Atikum. Acesso em: 7 maio 2026.
IBGE. Panorama - Local: Brasil - População: 203.080.756 pessoas. IBGE, Rio de Janeiro, 2022. Disponível em: https://censo2022.ibge.gov.br/panorama/. Acesso em: 8 mar. 2026.
ISA. Kaimbé. Povos Indígenas no Brasil, [S. l.], 2013. Disponível em: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Kaimb%C3%A9. Acesso em: 7 jun. 2026.
LEITE, Jurandy Carvalho Ferrari. Uma proposta para monitoramento e análise das terras indígenas. In: ISA. Atlas das Terras Indígenas do Nordeste. Rio de Janeiro: Museu Nacional/Peti, 1993. Pp. Ix-xiv.
LIFSCHITZ, Javier Alejandro. Comunidades tradicionais e neocomunidades. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2011
LIMA Lucas Gama; OLIVEIRA, Amanda da Silva de; MIRANDA, Anderson Ribeiro. Indígenas, terra e território em Alagoas: uma análise geográfica da atualidade da resistência. Revista de Geografia, Recife, v. 36, n.1, p. 133-155, 2019.
LUCIANO BANIWA, Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. [Coleção Educação para Todos; 12]. Brasília: Ministério da Educação; Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/O Indio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje - UNESCO Digital Library. Acesso em: 29 ago. 2023.
MEC. Portaria Normativa n. 25, de 28 de dezembro de 2017. Dispõe sobre o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil – Fies e do Programa de Financiamento Estudantil - P-Fies referente ao primeiro semestre de 2018. Diário Oficial da União: MEC, 29 dez. 2010.
OLIVEIRA, Maria das Dores. Da invisibilidade para a visibilidade: estratégias Pancararu. In: ALMEIDA, Luiz Sávio de; SILVA, Cristiano Barros Marinho (Org). Índios do Nordeste: temas e problemas. 4. ed. Maceió: EDUFAL, 2004.
SILVA, Giovani José da. Da terra seca à condição de índios “terra seca”: os Atikum em Mato Grosso do Sul. 2000. Monografia (Especialização em Antropologia) – Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, 2000.
SILVA, Joelma Boaventura da. Povos originários em Universidade multicampi: vivências acadêmicas e processos de reterritorialização. 2024. Tese (Doutorado em Difusão do Conhecimento) - Programa de Pós- Graduação Multi-Institucional em Difusão do Conhecimento, Salvador, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40440. Acesso em: 7 jun. 2026.
SILVA, Joelma Boaventura da. Colegiado de curso de graduação na modalidade presencial da Universidade do Estado da Bahia: diagnóstico. 2015. 149f. Dissertação (Mestrado Gestão e Tecnologias Aplicadas à Educação) - Programa de Pós-Graduação Gestão e Tecnologias Aplicadas à Educação, Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Salvador, 2015.
SOUSA, José Vieira de; BOTELHO, Arlete de Freitas; GRIBOSKI, Claudia Maffini (Org.). Acesso e permanência na expansão da educação superior. Anápolis: Ed. UEG, 2018.
SOUZA, Ana Cláudia Gomes de. Reflexões em torno da interculturalidade na universidade. Revista do PPGCS – UFRB: Novos Olhares Sociais, Cachoeira, v. 2, n. 1, p. 135-149, 2019.
UNEB/CONSU. Resolução n. 1.423/2020. Aprova os documentos referenciais concernentes às ações acadêmicas e gestão de pessoas e procedimentos administrativos em função do estado de calamidade pública decorrente da pandemia covid-19, no âmbito da UNEB. Diário Oficial do Estado da Bahia: Salvador, 13 ago. 2020.
UNEB/CONSU. Resolução n. 1.366/2019. Aprova o Regimento Geral das Casas de Estudantes da UNEB. Diário Oficial do Estado da Bahia: Salvador, 26 jul. 2019.
YIN, Roberto K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Tradução: Daniel Grassi. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Derechos de autor 2026 Joelma Boaventura da Silva, Antônio Hilário Aguilera Urquiza
