Educação não formal, os registros e a oralidade
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Como Citar

FERNANDES, Renata Sieiro. Educação não formal, os registros e a oralidade. Série-Estudos, Campo Grande, n. 38, p. p. 169–182, 2014. Disponível em: https://serie-estudos.ucdb.br/serie-estudos/article/view/803. Acesso em: 10 mar. 2026.

Resumo

Este artigo trata dos registros feitos por educadores em suas práticas educativas, no campo da Educação não formal como instrumento imprescindível para o exercício da autonomia, da reflexão sobre os fazeres e saberes, constituindo-se em uma educação ao longo do tempo e permanente. É um elemento que congrega memórias e histórias de diferentes sujeitos, dos processos e da própria instituição educativa. Os registros podem envolver diferentes linguagens, como: escrita, imagética e sonora e diferentes suportes, bi e tridimensionais. Os registros das ações educativas fornecem indicadores que permitem pensar em “tecnologias do eu”, no sentido de permitir a subjetivação, capacidade que abre espaço para a reflexão e apropriação do fazer docente.

Palavras-chave: Educação sociocomunitária. Educação não formal. Registros da prática educativa.

 

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