Processos de ensino-aprendizagem de Língua Inglesa no Ensino Fundamental

  • Cristielaine Aparecida Alves de Souza Centro Universitário Fieo
  • Marisa Irene Siqueira Castanho Centro Universitário Fieo
Palavras-chave: processo ensino-aprendizagem, ensino de Língua Inglesa, sociointeracionismo.

Resumo

A pesquisa teve como objetivos realizar levantamento e analisar publicações em periódicos sobre os processos de ensino-aprendizagem em inglês no ensino fundamental, em periódicos indexados na base Google Scholar e SciELO (Scientific Electronic Library Online). As análises se guiaram pela teoria sociointeracionista e pelas diretrizes do ensino de segunda língua. Os artigos analisados são do período de 2012 a 2016 de periódicos de relevância das áreas de línguas na interface com a psicologia da educação e possibilitaram organizar as informações com incidência nas subtemáticas Interação nas ações pedagógicas, Elementos da linguagem e linguísticos, Material didático e Recursos tecnológicos. Esse levantamento é ilustrativo do baixo interesse no estudo de processos de ensino-aprendizagem de inglês no ensino fundamental. Considera-se a relevância da temática e a necessidade da continuidade de pesquisas que possam evidenciar o interesse da comunidade acadêmica e das políticas públicas no letramento dos alunos do ensino fundamental.

Biografia do Autor

Cristielaine Aparecida Alves de Souza, Centro Universitário Fieo

Mestranda em Psicologia Educacional e Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Centro Universitário Fieo – Unifieo. Docente de Inglês Técnico para cursos de Tecnologia e Engenharias no Centro Universitário FIEO; Professora por 10 anos na rede pública de São Paulo; Professora de inglês em cursos livres.  Docente dos componentes curriculares Português, Literaturas e Comunicação Profissional e Inglês Instrumental para Ensino Médio no Centro Paula Souza e tutora de estágio supervisionado em curso de letras Inglês.

 

Marisa Irene Siqueira Castanho, Centro Universitário Fieo

Mestre e Doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pelo Instituto de Psicologia da USP – IPUSP – São Paulo. Pós-doutorado em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Nove de Julho - PPGE-UNINOVE – São Paulo - SP. Docente e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Educacional do Centro Universitário Fieo – Unifieo – Osasco - SP.

Referências

AGUIAR, Wanda Maria Junqueira. Consciência e atividade: categorias fundamentais da psicologia sócio-histórica. In: BOCK, Ana Mercês Bahia; GONÇALVES, Maria da Graça Marchina; FURTADO, Odair (Org.). Psicologia sócio-histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. São Paulo: Cortez, 2001.

BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.

BOLZAN, Daniele Blos; SPINASSÉ, Karen Pupp. A percepção de jovens aprendizes de segunda língua em relação á prática de revisão por pares em produção escrita. Ilha do Desterro, Florianópolis, v. 69, n. 1, p. 95-110, jan./abr. 2016.

BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular - BNCC. Brasília: MEC/SEB, 2017.

______. Ministério da Educação / Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino. Planejando a próxima década: conhecendo as 20 Metas do Plano Nacional de Educação. Brasília: MEC/SASE, 2014.

______. Secretaria de Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio). Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Brasília: MEC/SEF, 2002. 241p.

______. Secretaria de Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio). Parte II – Linguagens, Códigos e suas Tecnologias/ Secretaria de Educação. Brasília: MEC/SEF, 2000. 71p.

______. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira / Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. 120p.

______. Ministério da Educação. Lei n. 9.394, 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF, 1996. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/leis/L9394.htm>.

BRITISH COUCIL. O Ensino de Inglês na Educação Pública Brasileira. Elaborado com exclusividade para o British Council pelo Instituto de Pesquisas Plano CDE. 1. ed. São Paulo, 2015. Disponível em: <https://www.britishcouncil.org.br/sites/default/files/estudo_oensinodoinglesnaeducacaopublicabrasileira.pdf>. Acesso em: 19 maio 2016.

______. Demandas de aprendizagem de inglês no Brasil. Elaborado pelo Instituto de Pesquisa Data Popular. 1. ed. São Paulo, 2013. Disponível em: <https://www.britishcouncil.org.br/pesquisas-infograficos>. Acesso em: 19 maio 2016.

DANIELS, Harry. Vygotsky e a Pedagogia. Tradução de Milton Camargo Mota. São Paulo: Edições Loyola, 2003.

DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. 7. ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: Unesco, 2012.

EDUCATION FIRST ENGLISH PROFICIECY INDEX (EF EPI). Índice de proficiência em inglês da EF. Education First, 2015. Disponível em: <http://mediaefcomstatic-681.kxcdn.com/__/~/media/centralefcom/epi/downloads/full-reports/v5/ef-epi-2015-portuguese.pdf>. Acesso em: 23 maio 2016.

FINARD, Kyria Rebeca; FRANÇA, Claudio. O inglês na internacionalização da produção científica brasileira: evidências da subárea de linguagem e linguística. Intersecções, Jundiaí, SP, ed. 19, ano 9, n. 2, p. 234-50, maio 2016.

GONZÁLEZ REY, Fernando Luis. Sujeito e subjetividade: uma aproximação histórico-cultural. Tradução de Raquel Souza Lobo Guzzo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.

JORDÃO, Clarissa Menezes; FOGAÇA, Francisco Carlos. Critical literacy in the english language classroom. Delta, São Paulo, v. 28, n. 1, p. 69-84, 2012.

MACHADO, Éderson Henrique de Sousa. Discurso sobre ensino de língua inglesa e gramática sistêmico-funcional. Domínios de Lingu@gem, Uberlândia, MG, v. 8, n. 1, p. 316-40, jan./jun. 2014.

MARQUES, Welisson; MARQUES, Dóris Day Rodrigues. Avaliação (des)contextualizada de língua inglesa no ensino fundamental – a distância entre teoria e prática. Acta Scientiarum. Language and Culture, Maringá, PR, v. 36, n. 2, p. 183-93, abr./jun. 2014.

MORAES, Roque. Análise de conteúdo. Revista Educação, Porto Alegre, RS, v. 22, n. 37, p. 7-32, 1999.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA (UNESCO). Declaração de Nova Delhi sobre educação para todos. In: Meeting of the international Consultative Forum on Education for all 2nd. Nova Delhi, Índia, 6-12-1993. Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001393/139393por.pdf>. Acesso em: 9 out. 2016.

______. Secretariat of the International Consultative Forum on Education for All (2012). World Declaration on Education for all and framework or action to meet basic learning needs. In: WORLD CONFERENCE ON EDUCATION FOR ALL. Meeting Basic Learning Needs. Jomtien, Thailand, 5-9 mar. 1990. Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001275/127583e.pdf>. Acesso em: 24 set. 2016.

PEREIRA, Paula. Graciano. Docência em língua inglesa nas perspectivas crítica e sócio-histórico-cultural: as experiências de dois alunos professores em formação inicial na disciplina de estágio supervisionado. 2013. xvii, 263f. Tese (Doutorado em Letras e Linguística) – Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia, GO, 2013.

RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2003.

ROSADO, Nayibe. Instanciação da complexidade da aprendizagem de alunos e professores na sala de aula de inglês como língua estrangeira. Revista Brasileira de Linguística Aplicada – RBLA, Belo Horizonte, MG, v. 13 n. 2, p. 399-436, 2013.

SCIMAGO JOURNAL & COUNTRY RANK (SJR). Disponível em: <http://www.scimagojr.com/mapgen.php?un=c&year=2012&country=BR&maptype=bc&area=1200>. Acesso em: 5 maio 2016.

SILVEIRA, Larissa de Sousa. Ensino e aprendizagem de língua inglesa e recursos tecnologógicos: um estudo sobre os processos de retroação e reversibilidade. Domínios de Lingu@gem, Uberlândia, MG, v. 6, n. 2, p. 19-40, 2012.

SILVESTRE, Viviane Pires Viana. Ensinar e aprender língua estrangeira/ adicional na escola: a relação entre perspectivas críticas e uma experiência prática localizada. Revista Brasileira de Linguística Aplicada – RBLA, Belo Horizonte, MG, v. 15, n. 1, p. 61-84, jan./mar. 2015.

TAVARES, Kátia Cristina do Amaral; OLIVEIRA, Ana Paula Pires de. Libras no ensino de inglês mediado pelas novas tecnologias: desafios e possibilidades. Revista Brasileira de Linguística Aplicada – RBLA, Belo Horizonte, MG, v. 14, n. 4, p. 1045-72, out./dez. 2014.

TUMOLO, Celso. Recursos digitais e aprendizagem de inglês como língua estrangeira. Ilha do Desterro, Florianópolis, n. 66, p. 203-38, jan./jun. 2014.

VIEIRA, Carlos Eduardo; SOUZA, Sandra Zákia. A Revista Brasileira de Educação e a difusão da pesquisa educacional (2007-2011). Revista Brasileira de Educação, v. 17, n. 50, p. 463-82, maio/ago. 2012.

VILAS BOAS, Isabela de Freitas. Produção textual como um processo em um contexto centrado no produto: desafios e possibilidades. Revista Brasileira de Linguística Aplicada – RBLA, Belo Horizonte, MG, v. 14, n. 2, p. 463-90, abr./jun. 2014.

VYGOTSKI, Lev Semyonovich. Pensamento e linguagem. Tradução de Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

______. A formação social da mente. Tradução de José Cipolla Neto, Luis Silveira Menna Barreto e Solange Castro Afeche. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

Publicado
2018-05-23
Seção
Artigos